A distribuição de alimentos está passando por uma profunda reformulação. Todos os modelos tradicionais estão sendo revistos em função de criar cada vez mais economia e acessibilidade direta dos clientes finais.

E-COMERCE, Grupos de Compra, Atacarejos, etc. são só alguns dos conceitos recém desenvolvidos para que todo consumidor doméstico ou profissional adquira os bens necessários da forma mais econômica possível.

Surgiu assim no setor de inovação da ZINI BRASIL uma ideia, até banal, porém inédita, em criar um link direto entre sua fábrica em São Paulo e o enorme número de operadores do fast food que teoricamente podem ser seus clientes, consumidores e manipuladores.

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Se calcula que existem na GSP mais de 100.000 lugares onde os alimentos são preparados e servidos em uma população estimada de aproximadamente 22 mil moradores fixos e viajantes.
Como atingir um número tão grande?

Qual estrutura e, de forma derivada, quais custos são necessários para que o alimento chegue ao usuário no caótico trânsito da 5ª maior metrópole do mundo?

Nasceu assim a ideia do INDUSTRIAREJO ZINI. Uma parte da indústria foi convertida em Armazém de estoque e exposição dos produtos da ZINI, e as portas foram abertas para que o consumidor profissional, notadamente o empresário do food service, tenha acesso direto ao estoque pronto para venda. Eliminando assim todo custo da logística na GSP e repassando ao cliente a economia assim alcançada. Simples assim. Esta linha direta sem similares no mercado do Brasil foi rebatizada de INDUSTRIAREJO.

O MERCATONE da ZINI porém não se limita a disponibilizar os produtos da empresa idealizadora. Apesar de serem bem variadas e divididas em 2 categorias mercadológicas chamadas ZINI FLOURS (farinhas termolizadas) e ZINI FOODS (massas frescas, polentas e complementares) não são suficientes para justificar a ida do cliente final ou do micro distribuidor até o MERCATONE.

Então o projeto foi ampliado até incluir outros fabricantes brasileiros de alimentos ligados ao conceito da Dieta Mediterrânea, porem comercializados de forma inédita e inteligente através do antigo princípio da permuta (que era a prática comercial dos índios brasileiros antes da chegada de Cabral).

Na prática, toda indústria integrada no conceito MERCATONE é paga pela ZINI BR com seus produtos ou serviços. Consequentemente os alimentos dos terceiros produtores no INDUSTRIAREJO ZINI são repassados aos clientes pelo mesmo preço com o qual são comprados, sem qualquer aumento ou margem de revenda, porque na realidade o lucro está na venda dos produtos da ZINI ALIMENTOS BR que são utilizados na permuta. Conceito tão simples que fica até difícil de explicar, mas que abre as portas a uma nova forma de entender a colaboração entre empresas quando se percebe um comum objetivo.

Todos profissionais do fast food de São Paulo, independentemente do tamanho, estão convidados para conhecer o INDUSTRIAREJO ZINI BR no Bairro do Limão (50 metros da Marginal Tietê) e verificar se mais esta inovação da ZINI vai acertar no alvo, pois é importante que todos os produtos ligados à Dieta Mediterrânea sejam tradicionais na receita, mas modernos na tecnologia de produção e distribuição.